
| De onde vem?
Na química, o sal é uma substância produzida pela reação de um ácido com uma base, gerando também água. Existem muitos ácidos e bases e, por isso, tipos diferentes de substâncias podem ser chamados de sal. Um dos mais conhecidos é o sal de cozinha, o cloreto de sódio (formado a partir da reação do ácido clorídrico com a soda cáustica). A principal fonte é a água do mar, mas esse tipo de sal também pode ser encontrado em lagos e jazidas subterrâneas.
| Primeiras experiências
O sal é usado como tempero desde a Pré-História, cerca 2,5 milhões de anos antes de Cristo. Primeiro, era aplicado na conservação de alimentos, pois não existia geladeira (criada apenas em 1856). O homem pré-histórico mergulhava a carne caçada na água do mar. Aos poucos, ele percebeu que isso alterava o gosto do alimento. Foi questão de tempo para o homem descobrir que o sal também impedia o desenvolvimento de microrganismos na comida.
| Enrolado nele
Sabia que o processo de mumificação do antigo Egito, cerca de 5 mil anos atrás, levava sal? A ideia era preservar o corpo (os egípcios acreditavam que a alma de quem morria precisava de um corpo para a vida após a morte). Por isso, durante a criação de uma múmia, o corpo era colocado em um recipiente com natrão (sal) para desidratar e matar bactérias.
| Como se fosse dinheiro
Acredite: esse tempero tão comum já foi moeda! Os homens do exército na Roma antiga (por volta de 27 antes de Cristo), por exemplo, eram pagos com sal e não com dinheiro. Disso vem a palavra salário (salarium, em latim). Até mesmo o nome soldado, que surgiu logo depois, significa aquele que recebe o pagamento em forma de sal. Essa troca acontecia porque o tempero era difícil de ser obtido e, por isso, valioso.
| Produção nacional
Em nosso país, o Rio Grande de Norte é o maior produtor de sal – responsável por 95% do que existe por aqui. No Brasil, o sal de cozinha tem um elemento a mais desde 1953: o iodo, um micronutriente essencial para o organismo (ele é um dos responsáveis pelo nosso crescimento físico e neurológico).
Você sabia que...
... sem o sódio que vem do sal, nosso organismo não conseguiria transportar nutrientes ou oxigênio, mover músculos e transmitir impulsos nervosos? A falta de sal se manifesta em formato de dor de cabeça, fraqueza e até enjoo. Mas é preciso cuidado com o excesso (o sódio está muito presente em alimentos industrializados), que prejudica, por exemplo, a pressão sanguínea.
O sal é usado como tempero desde a Pré-História, cerca 2,5 milhões de anos antes de Cristo. Primeiro, era aplicado na conservação de alimentos, pois não existia geladeira (criada apenas em 1856). O homem pré-histórico mergulhava a carne caçada na água do mar. Aos poucos, ele percebeu que isso alterava o gosto do alimento. Foi questão de tempo para o homem descobrir que o sal também impedia o desenvolvimento de microrganismos na comida.
| Enrolado nele
Sabia que o processo de mumificação do antigo Egito, cerca de 5 mil anos atrás, levava sal? A ideia era preservar o corpo (os egípcios acreditavam que a alma de quem morria precisava de um corpo para a vida após a morte). Por isso, durante a criação de uma múmia, o corpo era colocado em um recipiente com natrão (sal) para desidratar e matar bactérias.
| Como se fosse dinheiro
Acredite: esse tempero tão comum já foi moeda! Os homens do exército na Roma antiga (por volta de 27 antes de Cristo), por exemplo, eram pagos com sal e não com dinheiro. Disso vem a palavra salário (salarium, em latim). Até mesmo o nome soldado, que surgiu logo depois, significa aquele que recebe o pagamento em forma de sal. Essa troca acontecia porque o tempero era difícil de ser obtido e, por isso, valioso.
| Produção nacional
Em nosso país, o Rio Grande de Norte é o maior produtor de sal – responsável por 95% do que existe por aqui. No Brasil, o sal de cozinha tem um elemento a mais desde 1953: o iodo, um micronutriente essencial para o organismo (ele é um dos responsáveis pelo nosso crescimento físico e neurológico).
Você sabia que...
... sem o sódio que vem do sal, nosso organismo não conseguiria transportar nutrientes ou oxigênio, mover músculos e transmitir impulsos nervosos? A falta de sal se manifesta em formato de dor de cabeça, fraqueza e até enjoo. Mas é preciso cuidado com o excesso (o sódio está muito presente em alimentos industrializados), que prejudica, por exemplo, a pressão sanguínea.
| Porque o sal derrete as lesmas?
o sal tem uma propriedade chamada higroscopia, que é a tendência a atrair água. Já a lesma é muito sensível à desidratação (perda de água pela superfície do corpo). Assim, quando o sal é lançado sobre esse animal, absorve rapidamente a água do corpo dele, destruindo células e tecidos. A lesma se desidrata, transforma-se em uma massa viscosa, como se estivesse derretendo, e acaba morrendo. Por isso, nunca jogue sal em uma lesma – a morte dela será bem dolorida!
E se você for Hunter, e estiver caçando/lidando com alguma entidade sobrenatural não-corpórea, lembre-se:






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